boca que eu desejo beijar
sabor novo que desconheço
se deixando conquistar.
quero teu beijo de maneira suave
nessa tua rendição
quero tua boca, tua língua
te ter ao alcance das mãos.
incógnita, ser diferente e magnífico
quero desvendar teu artifício
de me fazer querer te beijar
sem o menor esforço pra isso.
.
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domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
ele
ele é a paz visível ao meu coração
ato de puro egoísmo e loucura
tem o que me falta e ao mesmo tempo
me deixa excessiva a falta de senso.
mal o conheço mas me encanta
penso que possa ser um amor novo
daqueles que nos deixa tonto.
ele talvez seja o destino
me pregando uma peça
a paz das manhãs de domingo
a calma que meu corpo tanto precisa
minha maior contradição.
ele talvez seja o ideal
bem diante dos meus olhos
um pouco longe do coração.
ele talvez chegue como tempestade
destrua tudo, me tome emprestado
e depois me escape pelas mãos.
ato de puro egoísmo e loucura
tem o que me falta e ao mesmo tempo
me deixa excessiva a falta de senso.
mal o conheço mas me encanta
penso que possa ser um amor novo
daqueles que nos deixa tonto.
ele talvez seja o destino
me pregando uma peça
a paz das manhãs de domingo
a calma que meu corpo tanto precisa
minha maior contradição.
ele talvez seja o ideal
bem diante dos meus olhos
um pouco longe do coração.
ele talvez chegue como tempestade
destrua tudo, me tome emprestado
e depois me escape pelas mãos.
sábado, 5 de março de 2011
solidão
bagunça que não há nesses lençóis
essas paredes cada vez mais silenciosas
ausência de presença com a qual me deparo
cada vez que chego em casa.
braços que não mais me rodeiam
toda vez que vou dormir
vejo palavras diferentes
dos rabiscos antigos desse caderno;
estou me acostumando com a solidão.
algo me diz que não há motivo algum
pra pensar em ser triste
a presença mais ilustre desse teatro
está presente no meu respirar
eu mesma, e me pego distraída
pensando na boca que não mais me beija
desejando um bom dia.
essas paredes cada vez mais silenciosas
ausência de presença com a qual me deparo
cada vez que chego em casa.
braços que não mais me rodeiam
toda vez que vou dormir
vejo palavras diferentes
dos rabiscos antigos desse caderno;
estou me acostumando com a solidão.
algo me diz que não há motivo algum
pra pensar em ser triste
a presença mais ilustre desse teatro
está presente no meu respirar
eu mesma, e me pego distraída
pensando na boca que não mais me beija
desejando um bom dia.
quarta-feira, 2 de março de 2011
menina
menina, você tem esse cheiro que eu desconheço
quando conversa comigo, me faz perder noção do tempo
eu quero falar, mas sempre esqueço
eu sempre perco o ponto.
quando me olha, me desatina, me deixa sem jeito
vai e vem, fala pra mim tudo o que pensa
desabafa, senta, chora, grita
e por vezes se torna a minha princesa
tão indefesa
chega derrubando tudo e falando dos teus desejos.
menina, você não tem razão de ser e me encontrou por acaso
talvez sejamos duas almas sem muito a perder
talvez tenhamos a mesma sina, sofrer
por algo que não seja tão ruim assim.
menina, você me ensina um ponto de vista
diferente do que eu conhecia, você me alucina
me vira de ponta cabeça, me diz coisas sem sentido
depois senta ao meu lado, como criança
e me pede pra cantar músicas doces
no teu ouvido.
quando conversa comigo, me faz perder noção do tempo
eu quero falar, mas sempre esqueço
eu sempre perco o ponto.
quando me olha, me desatina, me deixa sem jeito
vai e vem, fala pra mim tudo o que pensa
desabafa, senta, chora, grita
e por vezes se torna a minha princesa
tão indefesa
chega derrubando tudo e falando dos teus desejos.
menina, você não tem razão de ser e me encontrou por acaso
talvez sejamos duas almas sem muito a perder
talvez tenhamos a mesma sina, sofrer
por algo que não seja tão ruim assim.
menina, você me ensina um ponto de vista
diferente do que eu conhecia, você me alucina
me vira de ponta cabeça, me diz coisas sem sentido
depois senta ao meu lado, como criança
e me pede pra cantar músicas doces
no teu ouvido.